quarta-feira, 11 de outubro de 2017

REFLEXOS - JOEL GOLDSMITH

 

É normal pensarmos que as circunstâncias de nossa vida são obras do acaso, ou do destino, ou culpa de outros. 

Neste trecho, Goldsmith diz de forma clara, que as circunstâncias de nossa vida, na realidade, são produzidas por nós mesmos.

O nosso mundo, teu e meu, é a imagem da nossa consciência. 

Se esta nossa consciência estiver repleta de verdade, então se manifestam em nosso mundo ordem, harmonia, prosperidade, paz, alegria, poder e domínio. 

Mas, se em nossa consciência não estiver presente a verdade e sim conceitos de valores materiais e ideologias mundanas, então o nosso mundo assumirá o colorido do acaso, da instabilidade e do caos, que caracterizam os conceitos dos mundanos.

O teu mundo está contido em tua consciência; é o reflexo da tua conscientização, porque a tua consciência é que governa o teu mundo. 

O conhecimento que tens da verdade se torna lei para o teu mundo: mas, por outro lado, também o teu desconhecimento da verdade se torna lei para o teu mundo. 

Assim, por exemplo, não existe nenhuma lei das trevas, porquanto, como sabemos, a luz dissipa as trevas; a presença da luz é a ausência das trevas. Mas, na ausência da luz, as trevas firmariam a sua (suposta) presença.

Da mesma forma, na ausência da verdade em tua consciência, estariam presentes em ti a ignorância, mentiras, ilusões, confusão e desarmonia. 

Por isso, em face da deficiente atividade da verdade em tua consciência, o teu mundo será o reflexo de casualidades, de sorte fortuita, de opiniões humanas, conceitos sobre medicina, convicções astrológicas. 

Mas a verdade, quando atua em tua consciência, se torna lei de harmonia para a totalidade do teu mundo, e tudo que te concerne espelha essa harmonia da tua consciência.






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