quarta-feira, 25 de julho de 2018

DO NADA À TOTALIDADE - PARTE III – FINAL






Como saber que nos despojamos completamente do senso de humanidade? Há um método infalível. Importa-nos viver ou morrer? Se nos importa, existe ainda um traço de humanidade. 

Quando a humanidade se foi, pouco ligamos para estar aqui na Terra ou no além, para viver neste plano ou no próximo. Por quê? 

Porque quando eliminamos todos os traços de humanidade, não existe mais “eu”. 

Somente o “eu” humano deseja viver ou, às vezes, morrer. 

Somente o “eu” humano pode ser próspero ou carente. 

Se não houvesse um “eu”, não haveria prosperidade nem carência, nem vida nem morte, nem doença nem saúde. 

Haveria unicamente o estado do Cristo. 

Enquanto há traços do “eu”, há humanidade.

O fardo da existência humana nunca mais será tão pesado para vocês, que até agora tiveram o senso do “eu”. 

“Como chegarei a isso? Como devo chegar a isso? Por que devo chegar a isso?” 

Doravante, recordarão: “Eu estou com vocês para enfrentar o problema. Jamais o deixarei ou abandonarei.” 

Hoje, algo aconteceu: a percepção do Cristo. Ele fará o que for preciso, sustentará o que for preciso: em outras palavras, haverá um senso maior da Presença e do Poder invisível que realizarão aquilo que nos foi dado realizar, razão pela qual o fardo parecerá mais leve. 

O fardo só parece pesado quando nós mesmos temos de carregá-lo, mas bem mais leve quando sabemos que outros ombros arcarão com ele. 

Jesus disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei…Encontrareis descanso para as vossas almas…Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve.” 

Sim, poderão pousar o seu fardo nos Meus ombros. Nos ombros do Cristo, ele não pesará um grama sequer! 

Quando ele Se evidenciar em nossa vida, haverá menos um “eu” (nós) suportando o fardo de resolver problemas do que um “Eu, Minha Presença” (o Cristo) fazendo isso por nós. 

O que estudamos, lemos e pedimos deve agora transformar-se em experiência!














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