sábado, 6 de março de 2021

*Os Que Se Reconhecem como Mortais Vivem em um Senso de Separação de Deus*





O que é a experiência humana, senão um sentimento de separação de Deus? 

Vivemos como mortais que não podem agradar a Deus até que o Espírito de Deus seja PERCEBIDO COMO O SER QUE SOMOS e somente quando esse Espírito é percebido É que nos  TEREMOS A VIVÊNCIA DE ser Filhos de Deus. 

Talvez você não tenha percebido isso. 

Talvez você tenha assumido a posição absoluta de que somos todos Filhos de Deus, assim como é verdade que Deus preenche todo o espaço; mas, para você e e para mim, isso não tem valor, até que nossa Filiação seja uma atividade revelada do Ser. Até esse momento, é apenas uma potencialidade.

Este mundo não é composto de pessoas com o estado atingido de Consciência de um Jesus. Não é feito de Filhos de Deus. 

Este mundo CAPTADO PELOS SENTIDOS HUMANOS é composto de seres humanos egoístas, alguns dos quais estão dispostos a orar por seus amigos, alguns dos quais estão dispostos a orar por alguém, desde que ele seja bom, de acordo com seus padrões particulares de bondade.

Os Filhos de Deus eliminam todas as barreiras e todas as distinções. Eles se recusam a manter qualquer homem em julgamento, crítica ou condenação, sabendo que o próprio Deus envia Sua chuva aos justos e injustos. Eles sabem que o Mestre foi enviado aqui para revelar que Deus tem mais prazer em um pecador redimido, uma ovelha negra encontrada, do que em todos os outros.

Os Filhos de Deus são aqueles que habitam conscientemente na própria Presença de Deus. 

Lembre-se de que, em um sentido absoluto, a Presença de Deus está em todos os hospitais, em todos os campos de batalha e em todos os lugares onde trapaças e traições estão sendo tramados e planejados. Mas de que adianta isso? Nada, a menos que a Presença seja percebida e realizada.



*Joel Goldsmith*

sexta-feira, 5 de março de 2021

*VÍNCULO INVISÍVEL QUE UNE OS FILHOS DE DEUS*

 



Existe uma ligação Invisível entre todos nós - essa é uma das razões pelas quais fomos reunidos. 

Não nos encontramos unidos como humanos. 

Os objetivos e motivos que governam os seres humanos não estão em operação aqui. 

Não estamos aqui para obter nada um do outro - mas para compartilhar os tesouros espirituais que emanam de Deus - a Luz do nosso ser. 

Nosso interesse um pelo outro é puramente espiritual. 

Nosso interesse e objetivo em estar aqui é o desdobramento do Espírito dentro de nós. 

Não nos vemos como homem ou mulher, rico ou pobre, grande ou humilde. À luz dessa compreensão todos os valores humanos estão submersos em nosso interesse comum: buscar e encontrar o Reino dentro de nós. 

Vemo-nos como companheiros - viajantes no Caminho da Luz; compartilhamos nossos desdobramentos, nossas experiências e nossos recursos espirituais. Não reteríamos nada um do outro. Disso eu sou positivo e vocês também são. 

Da mesma forma, não há inveja ou ciúme das experiências ou realizações espirituais um do outro. 

Percebamos por um momento que o que quer que tenhamos de suprimento, posição, prestígio ou poder humano, saúde, beleza e riqueza, é um presente de Deus e, portanto, disponível a todos nós na medida de nossa abertura de consciência - e você pode ver como poderíamos levar nosso amor impessoal até os fatores humanos da existência. 

Uma vez tenhamos a visão de que tudo o que alguém possui, mesmo o que aparece como valores humanos, é apenas a expressão da Consciência Espiritual Reconhecida, seria tão impossível de invejar ou desejar qualquer dos bens ou terras do outro quanto seria invejar nosso próximo quanto aos raios de sol estarem brilhando em seu jardim".



*Joel Goldsmith*

quinta-feira, 4 de março de 2021

*NOSSO SER INVISÍVEL ABARCA TUDO*

 




A invisibilidade é, em si mesma, a nossa garantia de segurança e proteção, seja em casa ou no escritório, seja em viagens de avião, de automóvel ou de navio.

Nós somos o Infinito invisível, somos Deus feito carne, Consciência Infinita Individualizada, a Consciência de Deus que tudo corporifica e que tudo inclui em si, inclusive qualquer forma de transporte.

Em face disto, poderá haver qualquer temor concernente a naufrágio de navios, queda de aviões ou colisão de automóveis??

Nós nunca nos achamos em um navio, em um avião , em um automóvel. O navio, o avião, o automóvel é que estão em nós – em nossa consciência.

Todo e qualquer veículo que encontrarmos pelo caminho está dentro de nossa consciência: Por isto, não há motivo, não há motivo para temermos algo, na estrada, da parte de motoristas inábeis ou bêbados, enquanto mantivermos em nós a consciência da presença de Deus.

Não somos vítimas de algum motorista fora de nós, todo e qualquer motorista que encontrarmos está dentro da nossa consciência: Por isto, não há motivo para temermos algo, na estrada, da parte de motoristas inábeis ou bêbados, enquanto mantivermos em nós a presença de Deus.

"Não somos vítimas de algum motorista fora de nós, todo e qualquer motorista está dentro da nossa consciência e sujeito à Consciência que tivermos da Verdade.

Toda e qualquer pessoa que se acha na direção de algum veículo e que entra no âmbito da nossa conscientização está sujeita à consciente experiência da verdade, e, por isto mesmo, guiada por Deus, mantida por Deus.

O que acaba de ser dito não deve ser interpretado às avessas, como se Deus pudesse ser utilizado para nos proteger de acidentes.

Não podemos servir-nos de Deus para nos preservar de acidentes ou de outra coisa qualquer, mas podemos chegar à experiência de que Deus é o nosso ser, e, dentro desse ser, não existem acidentes de espécie alguma."







domingo, 28 de fevereiro de 2021

"Eu Sou" É o Pão da Vida*

 




Eu sou o Pão da Vida.
Tudo o que o Pai tem é meu.
Eu sou o Pão da Vida.
Eu sou o Vinho da Inspiração.

Em outras palavras, eu incluo, eu incorporo, eu abraço dentro de mim mesmo a Carne, o Vinho, a Água, toda a Vida.

Vivo nesta Consciência, de modo secreto e sagrado, sempre lembrando o sexto capítulo de Mateus:

“Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus.

Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. 

Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.

Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita; 

Para que a tua esmola seja dada em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, ele mesmo te recompensará publicamente.

E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas
sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. 

Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.

Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente”.





*Joel Goldsmith

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

*O Mundo Reflete de Volta a Você o que Você Dá*





Sua experiência externa é a manifestação direta da forma como você reconhece as coisas, pessoas e fatos.

Portanto, o mundo exterior não pode ser melhor para você do que o grau do seu reconhecimento.

Se você não está satisfeito com seu mundo exterior, significa que deve procurar mais Luz quanto à sua Identidade, e mais Luz quanto à Natureza de Deus. Quando você os alcança, o mundo exterior muda de acordo.

O mundo exterior reflete de volta para você seu aquilo que você reconhece, e você pode começar a provar isso dentro de vinte e quatro ou quarenta e oito horas. 

Pedi que você olhasse para mim nesta plataforma e não para essa estrutura, este corpo ou invólucro, mas que tentasse olhar através dos meus olhos e Me encontrar, tentasse discernir o que está por trás dos meus olhos, ver se você não conseguiria encontrar algo sobre mim que seja invisível, intangível e diferente do que você já pensou antes.

Então, comece a praticar isso. Mas isso deve ser feito silenciosamente, secretamente, de modo sagrado. Isso nunca deve ser feito abertamente. 

Comece a olhar para os membros de sua família - marido, esposa, filho, pai, tia, tio, primos - um por um. 

Nunca tente fazer isso por eles como um grupo. 

Basta tomar uma pessoa de cada vez e esquecer tudo o que você sabe sobre ela. Esqueça a aparência dela e veja se você consegue discernir algo dentro dela que não é evidente aos seus cinco sentidos físicos. 

Veja se você não pode discernir algo nela que Deus plantou lá no começo, antes que o mundo existisse. 

Depois disso, gradualmente espalhe essa influência silenciosa e absorva os vizinhos, os amigos, os lojistas, os funcionários de escritórios e todos com quem você entra em contato.

Você terá uma oportunidade maravilhosa, pois todos os candidatos a cargos na próxima eleição se apresentarão. 

Não preste muita atenção no que eles estão dizendo, porque não lhe dirão a verdade. Isso não seria uma boa política. 

Tente examinar a aparência e ver o que você pode discernir sobre a natureza de Deus neles, a natureza de sua humanidade, a estatura de sua humanidade.

O milagre que você descobrirá é a maneira diferente pela qual o mundo trata você. 

Realmente, será uma experiência milagrosa, quando você descobrir que o mundo não o trata mais como no passado, e nem pode. 

O mundo pode refletir de volta para você apenas o que você está dando. 

Quando você começa a perceber a natureza da estatura da humanidade em Cristo Jesus, ou seja, a Natureza Espiritual do meu Ser e do seu Ser, você os compele a dar testemunho do Espírito de Deus em você.





*Joel Goldsmith*

sábado, 20 de fevereiro de 2021

*Uma Nova Abordagem para o Perdão*


 
Se há uma pessoa perturbadora em nossa experiência, nosso trabalho é ficar ocupado. Ocupar-se onde? Com ele? 

Não, não sobre ele porque não existe tal "ele". 

O único "ele" que existe, é o filho de Deus. 

Temos que mudar o filho de Deus, corrigir seu temperamento, ou torná-lo mais generoso ou menos avarento? 

Temos que fazer alguma coisa com ele? Ou temos que corrigir a sugestão dentro de nós mesmos, reconhecendo a natureza impessoal de qualquer característica que esteja aparecendo como pessoa? 

O que temos que fazer é trabalhar sobre nós mesmos e continuar esse trabalho até vermos que não poderia haver nenhuma pessoa como aquela que estamos aceitando em nossa consciência. 

Quando percebemos isso, somos livres, não tentando mudar outra pessoa, nem mesmo tentando fazer as pazes com ela, mas fazendo as pazes com nosso Eu, e nosso Eu é ele ou ela. 

 

Esta lição é uma das lições mais difíceis de aprender. 

Quantas vezes já ouvimos alguém dizer: "Mas você não entende o que essa pessoa me fez"! 

Quando eu explico este Princípio a um aluno, esta é a resposta que geralmente recebo: "Mas você não entende!" 

Mas eu entendo. Sei como é difícil praticar o Princípio. Sei o tempo e o esforço que tive que trabalhar com ele. Sei o quanto um estudante terá que trabalhar duro, mas também sei o quanto esse trabalho é gratificante.    

No início de minha experiência no Caminho Infinito, uma grave injustiça foi feita a mim. Isso me deixou com muita raiva, cheia de ressentimento e com sentimentos que certamente eram tudo menos sentimentos de amor e perdão. 

Entretanto, eu sabia que o perdão não poderia ser apenas uma palavra em minha mente. 

Eu sabia que tinha que vivê-lo, mas ao mesmo tempo sabia que, com toda honestidade, não podia amar e que era impossível para mim perdoar.    

Lembrei-me de que Joel Goldsmith havia me dito certa vez como ele estava diante de uma situação em que simplesmente não conseguia encontrar em seu coração o perdão ou o amor. 

Mas ele estava disposto a liberá-lo para Deus e deixar Deus o amar através dele. "Isso é ótimo", pensei, "mas não sou Joel". Eu não quero que Deus perdoe esta pessoa. Eu não quero que ela seja perdoada".   

 

Esta situação gerou em mim um grave conflito interno. 

Por fim, depois de muitos dias de luta comigo mesma, veio a resolução do conflito com estas palavras: "Suponha que esta pessoa me pedisse ajuda espiritual...". 

Suponha que ela estivesse em uma dor intensa, possivelmente morrendo, e dissesse: "Lorraine, você poderia dar-me alguma ajuda? O que eu deveria fazer?" Sim, o que eu faria?   

Claro que havia apenas uma coisa que eu deveria ou poderia fazer: ajudá-la. Por isso, sempre que eu pensava nessa pessoa, eu a via como um chamado dela em busca de ajuda espiritual. 

Cada vez que ela entrava em minha mente eu respondia como se ela tivesse realmente me chamado para pedir ajuda. 

Em vez de pensar no que realmente pensava sobre ela, o que era tudo menos elogioso, eu me lembrava que Deus constitui um ser individual e que somente as qualidades e capacidades de Deus podem ser expressas através e como um indivíduo.    

Não uma vez por dia, mas até quarenta vezes por dia e ainda mais, tantas vezes quanto o pensamento dela me incomodava e me corroía a consciência, eu me apegava à sua identidade espiritual. Reconhecia sua Cristandade. Repetidamente, quantas vezes, nunca pude contar, eu percebia que Deus constitui o ser individual. Isso não foi fácil. Foi mais difícil, mais difícil do que qualquer um jamais poderia imaginar.  

Uma estudante protestou quando eu tentei ensiná-la que o Cristo está em todos: "Bem, eu não acho que o Cristo tenha um julgamento muito bom". 

E certamente senti, às vezes, que poderia concordar com ela. 

Portanto, era uma disciplina não me permitir pensar o que realmente pensava sobre a pessoa e a situação, mas lembrava que Deus constitui o ser individual e que somente as qualidades de Deus podem se manifestar como qualquer indivíduo. 

O Princípio nem sempre vinha nessas palavras, mas essa era a essência do Princípio. 

O valor da prática era que ela me afastava de pensar os pensamentos críticos que queria pensar. E como eu queria pensar neles! Como ansiava por me deleitar com o luxo da condenação, do ódio e do julgamento! Mas me forcei a continuar sabendo que Deus constitui o ser individual.    

Após semanas de prática contínua, não foram quarenta vezes ao dia que este homem veio à minha mente, mas com menos frequência, e após alguns meses minha mente estava cada vez menos cheia de ressentimento, raiva e condenação. 

Às vezes, passava um dia inteiro quando ele nunca entrava em minha mente. Mas houve momentos depois que pensei que o problema tinha sido completamente resolvido, quando aparecia novamente. 

Assim, ele continuou, não por um dia, não por uma semana, não por um mês, mas inacreditavelmente por dois anos sólidos. 

Perto do final do segundo ano, só raramente tive um pensamento perturbador sobre a pessoa, mesmo tendo a oportunidade de vê-la com frequência. Finalmente, chegou o dia em que não houve reação, nenhuma.  

Desde aquele tempo, há muito tempo atrás, houve muitas pessoas que me pediram e receberam ajuda espiritual, mas nunca em todos os anos seguintes eu dei tanta ajuda espiritual a qualquer pessoa como foi dada a essa pessoa. Nunca fui tão instantânea na época e tão persistente. 

Por tudo que é bom e santo, ele deveria ter sido capaz de caminhar no Lago Michigan no auge da estação do verão. E que efeito toda esta ajuda teve sobre ele? Será que ele mudou? Eu gostaria de poder dizer que essa mentira mudou, mas ele não mudou, nem um pouco. 

 

Um erro que alguns de nós que trabalham espiritualmente cometemos é acreditar que se, através da meditação, formos elevados o suficiente em consciência, haverá uma mudança em alguém. 


Quando não há mudança, podemos nos sentir desapontados e derrotados e pensar que nossas meditações foram inúteis. 

Não, no que diz respeito a este homem, nada aconteceu. Mas algo aconteceu, e o que aconteceu foi ainda melhor para mim do que se ele tivesse mudado: eu mudei! 

De toda a experiência surgiu uma nova liberdade e uma forma de atividade totalmente diferente. Fui tirada de uma situação e empurrada para o que viria a ser meu trabalho de vida, tudo porque não conseguia perdoar uma pessoa, mas sabia que tinha que perdoar.   

 

Que todo aquele que esteja trabalhando em um problema pessoal se anime ao não ver nenhuma mudança em resultado de seu trabalho. 

Mudar as pessoas não é nosso negócio. Não há ninguém para ser mudado. 

A única mudança a ser feita está em nosso conceito do que vemos. 

Todo o trabalho que fazemos tem que estar sobre nós mesmos, e no minuto em que estendemos a mão para curar uma pessoa, estamos fora do alcance da luz. 

Se aceitamos um falso conceito, ou seja, se aceitamos algo menos do que o filho de Deus, então o falso conceito em nós deve ser corrigido, e somos nós que temos que nos tornar livres. 

O verdadeiro perdão é saber que não há ninguém para perdoar. 

Se pensamos que existe, nós mesmos não capturamos o significado de perdão. 

Ninguém pode nos ferir ou prejudicar quando sabemos que Deus é a Única Presença e o Único Poder. Estabelecidos nessa verdade, estamos cientes de que ninguém precisa de perdão. 

Se está difícil perdoar uma pessoa, podemos meditar por ela: Que esta pessoa conheça a sua verdadeira identidade e a Fonte de sua vida. Como filho de Deus, ele é possuidor de todas as qualidades de Deus e somente as qualidades de Deus. 

 "Ame seus inimigos... ore por aqueles que maltratam e usam você". Se pudéssemos começar não tentando amar nossos chamados inimigos, mas começando por orar por eles sabendo que eles são Deus aparecendo e que Deus está sendo expresso como sua consciência, então o amor fluiria de nós sem esforço. 

Se é difícil para nós amar alguma pessoa em particular, esqueçamos de amá-la. Em vez disso, começamos a dar-lhe ajuda espiritual, meditando por ela, abandonando o conceito dela como pessoa, e sabendo que como Deus é a Única Presença, Deus é a Presença dessa mesma pessoa e não há nada além de Deus. Se pudéssemos fazer isso cerca de vinte vezes por dia durante uma semana, um mês ou um ano, estaríamos tão cheios de amor pela pessoa que não teríamos sequer que tentar amá-la: o amor estaria transbordando. 

 

LORRAINE SINKLER

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2021

*O "eu" no Sentido Pessoal e o Eu Divino*






O meio de evitar sofrer por egoísmo e diferenciar entre o eu egoísta - o eu que acredita ter poder suficiente e sabedoria para tocar o mundo ou a vida por conta própria - e esse Eu que está dentro de nós, que se expressa com gentileza, é lembrar-se que você não pode usar ou influenciar Deus. 

Ao contrário, rendendo-se a esse Eu divino, Deus é que pode usar você.

Deus pode influenciar, guiar, dirigir, alimentar, vestir e abrigar você. 

Seu Pai celestial, esse Eu que você é em seu interior, sabe de todas as suas necessidades, e é de Seu agrado dar-lhe todas essas coisas, dar-lhe o Seu Reino. 

Portanto, se o ego ataca, de modo que você acredite - mesmo que por um momento - que Deus está sujeito à sua vontade, lembre-se rapidamente que não é sua vontade que deve ser feita, mas a Vontade de Deus, e a Vontade de Deus só pode se manifestar na medida em que você se entrega a esse Eu que habita em seu interior.





- Joel Goldsmith