quarta-feira, 7 de setembro de 2016

POR QUE APARENTEMENTE SOFREMOS DE CARÊNCIA?

 
 
 
 
 
 
 
O Princípio do Suprimento, segundo o Caminho Infinito - de autoria de Joel Goldsmith, consiste na nossa Unicidade com Deus, pois temos tudo o que o Pai tem: "Eu e o Pai somos UM, tudo que o Pai possui é Meu"

Se pessoalmente, algo nos falta, não se trata de uma falta verdadeira, mas apenas de uma incapacidade para entrar em contato com o nosso suprimento que É e que Está no Agora Eterno que somos.

Se alguns de nós padecemos alguma falta ou insuficiência, não foi porque imperava uma situação real de carência: Foi porque não permanecemos em sintonia com a Fonte do Suprimento, foi porque não percebemos o Suprimento inesgotável no Agora Eterno que somos.

Se você conhecesse o Princípio do Suprimento, jamais sofreria de carência, limitações ou necessidades.

Todo sentimento de carência consiste unicamente na ignorância do Princípio do Suprimento inerente ao Agora Eterno que Somos.

O Princípio do Suprimento é a constatação/percepção de que já possuímos tudo, porque nunca poderíamos estar separado da Onipresença - Pai - a origem - O Agora Eterno. E igualmente nunca poderíamos estar separado dos bens que necessitamos.

Uma vez que eu e o Pai - A origem - o Agora Eterno Invisível - a Onipresença - Somos Um e que tudo que há nele é Meu, nos possuímos:
"Filho, tu sempre estás comigo e todas as minhas coisas são tuas"

Na qualidade de filhos de Deus - Manifestação do Espírito Único Perfeito - Somos herdeiros com Cristo de todo o patrimônio celeste do Pai - a Essência Espiritual - que dá origem a todos os bens visíveis.

Eis aí uma Verdade Espiritual !!! 
 
 
 
 
 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

ABRINDO-SE À VERDADE - TRÊS PASSOS - JOEL GOLDSMITH








A leitura de livros e o estudo da Bíblia é o primeiro passo do caminho pelo qual abriremos nossa consciência ao influxo da Verdade Espiritual. 

O segundo passo é a nossa união com àqueles que estão no caminho e, especialmente, com aqueles que já estão um passo à frente de nós. 

Esses passos não são o Espírito, mas nos levam de voltam ao reinado de Deus dentro de nosso próprio ser. Eles nos fazem lembrar nossa verdadeira identidade, nos conduzindo de volta, longe do mesmerismo - hipnoses - do mundo que tenta atrair-nos para as crenças da humanidade. 

Esses passos que tomamos são auxílios e ajudas para nos manter no centro de nosso ser, até que, finalmente, cheguemos ao ponto onde poderemos andar sobre as águas sem ajuda exterior, ou seja, andar acima das crenças do mundo. 

A essência de nosso trabalho é chegar àquele lugar onde o Espírito Santo pode vir até nós, não através de um livro ou de um professor, mas através da manifestação e revelação de nosso próprio interior. 

Nós, neste trabalho, devemos evitar a necessidade da afirmação que Jesus tinha de fazer a seus seguidores: “Se eu não for, não virá a vós o Paráclito”. 

Em outras palavras: “Enquanto vocês contarem comigo como uma pessoa, enquanto vocês insistirem em vir a mim com todo paciente, uma pessoa, enquanto vocês não puderem curar, ou com todo pedido que puderem atender, e continuarem olhando para mim para que eu o faça por vocês, a plenitude desta revelação não virá a vocês”. 

Devemos reconhecer nossa verdadeira identidade como a totalidade de Deus em manifestação. 

Há um terceiro passo, e este é o da Meditação. 

É através da meditação e na meditação que, essencialmente nos pomos em contato com o reino de Deus dentro do nosso próprio ser. 

Durante grande parte de nossas vidas falamos sobre Deus, falamos sobre o Espírito Santo, falamos sobre nossa alma, ou o Cristo. Mas poucos entre nós realmente conheceram Deus, a Alma ou o Cristo. 

Para a maioria de nós, estes termos "Alma, Espírito Santo, Cristo" ... ainda são termos distintos e à parte do nosso SER, algo que esperamos, essencialmente, perceber ou atingir depois de certo tempo e após certas práticas. 

Neste trabalho tentamos terminar com este pensamento sobre Deus como distinto e à parte de nosso SER, e tentamos chegar tão rápido quanto podemos à percepção de Deus - a uma experiência de Deus. 

Deus somente pode ser sentido AQUI E AGORA. Deus é uma Realidade presente, é todo ser vivente, Deus não é algo distante. 

Como o poeta nos diz: “Deus está mais próximo do que a respiração, mais perto do que as mãos e os pés”. 

Não é necessário atravessar a vida falando sobre Deus, esperando, rezando pelo dia que encontramos Deus – às vezes, até mesmo rezando para morrer, a fim de poder encontrar Deus. Não, não e não!!  Pode se sentir Deus Aqui e Agora .. e tão somente Aqui e Agora. 

Em vez de todo distanciamento e impessoalidade de Deus, Deus pode se tornar íntimo e pessoal para nós , pois Deus – Espírito - é o SER que Somos.. 

Por esta razão, Abrahão foi capaz de reconhecer Deus como Amigo, e Jesus foi capaz de conhecer a Deus como Pai. 

Muitos dos grandes Mestres hindus reconheceram Deus como mãe, e Metafísicos contemporâneos se referem a Deus como Pai-Mãe.

Todos eles revelam Deus de um modo íntimo e ainda como a realidade interior de nosso próprio ser.






segunda-feira, 5 de setembro de 2016

A PRESENÇA DE DEUS : O UNICO RECONHECIMENTO NECESSARIO - JOEL GOLDSMITH







Este é o princípio sobre o qual a demonstração de nossa vida inteira deve ser fundada.


Nunca devemos tentar demonstrar qualquer coisa em qualquer tempo: nem saúde, nem prosperidade; nem suprimento; êxito em negócios; harmonia no lar ou nas amizades. Se o fizermos, estaremos demonstrando a finitude ou forma – e toda forma é destrutível e limitada. 


Em vez disso, deixemos de nos preocupar com o que havemos de comer ou beber ou vestir, ou como seremos alojados ou como melhorar nossos relacionamentos. 


Devemos buscar, em primeiro lugar, a realização de Deus; a consciência da Presença de Deus. Então Ele aparecerá como forma finita: como suprimento, como companheirismo, como lar, como transporte ou como segurança. 


Deus é a “salvação de minha face”; 

“O Senhor é minha rocha e fortaleza”; 

“Deus é meu rochedo e nele confiarei”; 

“Deus é a força de minha salvação e meu alto retiro”; 

“Deus é meu refúgio”… 


Então por que demonstrar saúde, suprimento, segurança? Nossa necessidade não é de demonstrar altos retiros, abrigos e fortalezas, mas demonstrar Deus, que é torre alta, a proteção real, o único poder capaz de nos sobrepor às perturbações de toda espécie, sejam bombas, pobreza, discórdia etc… 


Neste Caminho não tentamos demonstrar paz, mas, sim, a conscientização da presença de Deus. 


Ao adquirir esta consciência, encontramos nossa paz, nosso descanso, contentamento, abundância e plenitude em todas as coisas. 

“Onde o Espírito do Senhor está, ali há liberdade” – liberdade do verdadeiro sentido: liberdade, justiça, misericórdia, benevolência, abundância. 


A base inteira de demonstração deste Caminho é a conscientização da presença de Deus. Só isto é que devemos demonstrar. 
Não há espaço para qualquer outra demonstração. 


Não conheço melhor meio para eliminar febres e caroços; nenhum outro modo mais eficaz para levar um desempregado ao emprego certo; ou harmonizar desentendimentos em família, ou melhorar os negócios ou comunidades. 


Temos harmonizado disputas entre patrões e empregados; temos trazido reconciliação entre membros de família e pacificado relacionamentos humanos. 

E como podemos realizar todas estas coisas?
De um só modo: conscientização da presença de Deus! 


Quando somos solicitados a ajudar, através da contemplação e reconhecimento da Verdade – o que chamamos de tratamento – elevamo-nos a um plano de consciência tranqüilo, onde a presença de Deus pode ser realmente sentida e realizada. 

Deus se torna, então, algo mais do que a simples palavra ou conceito mental: converte-se em Algo atual, real, uma Presença perceptível, vivenciada, tangível, dentro de nós. 


Quase poderíamos dizer que vimos que vimos Deus face a face ou, pelo menos, que muitas vezes sentimos o Seu toque!


Tenho sentido esta gentil Presença em meu íntimo e ás vezes fora de mim, pela contemplação de Deus; em meditar e habitar nEle como uma realidade sempre presente. 


Não importa o tipo de problema que estejamos enfrentando agora. A solução está em conscientizar a presença de Deus em nosso íntimo e deixar que Ele vá adiante de nós para acertar as coisas; que Ele caminhe ao nosso lado como proteção; ou atrás de nós, como real proteção. 


Deus não pode ser definido ou analisado, mas compreendido como uma Presença invisível. 


Ninguém jamais comete o erro de tentar compreender o que Deus é. Ele está além de nossa compreensão, porque a compreensão é finita e Deus é infinito. 

Bem disse Maimônidas, o místico hebreu: “Dizer que Deus é, é tudo que se pode dizer ou conhecer de Deus. Dizer que Deus é bom, ou poderoso, ou presente, ou amor, nada mais é do que dizer que Deus é”. 

Esse é o único e necessário conhecimento. Dizer: Deus é, é compreender que não apenas Deus é, mas que se encontra mais próximo do que a nossa respiração; mais perto do que nossos pés e mãos. 

Nesse reconhecimento, o lugar em que piso é solo sagrado e ouço o Pai dizer-me:
“Filho, tu estás sempre comigo; tudo o que é meu é teu. Sim, tudo o que Eu Sou, tu és”. 


Todavia, da quantidade e qualidade da natureza infinita de Deus, só podemos demonstrar o grau de realização que tivermos atingido. 

No entanto, por pequena que seja nossa realização da Presença de Deus em nós, isso já produz milagres em nossa experiência!







domingo, 4 de setembro de 2016

DEUS É AMOR -JOEL GOLDSMITH






Que podemos, eu e você, fazer para mudar a natureza amorosa de Deus?

Poderíamos mudar nosso amor pelos filhos, casos nos fizessem algo desagradável?

Claro que não.

Se humanamente somos capazes de amar nossos filhos, mesmo quando não merecem, QUANTO MAIS AMOR o Pai Celestial 
está emanando constantemente para nós!

Pode você aceitar a Verdade de que DEUS É AMOR, 
não apenas quando você é digno, 
mas também quando se comporta inadequadamente ?

Pode admitir que DEUS É AMOR, e que Sua chuva cai igualmente sobre justos e injustos?

Jesus alguma vez negou conceder o bem ou a cura a alguém, pelo fato de ser um pecador?

Porventura Jesus perguntou alguma vez, às multidões, se eram pessoas boas? Ou se esbanjavam ou economizavam o seu dinheiro?

Quando ressuscitou o filho da viúva, teria perguntado se o moço havia sido moral ou imoral, honesto ou desonesto?

Ou simplesmente o ressuscitou, destruindo a crença coletiva na morte?

Todos conhecemos a resposta.

Em nenhuma ocasião Jesus recusou cura, suprimento, perdão, reforma ou restauração a alguém, por temporária crença no mal.

O princípio é este: uma vez que DEUS É AMOR, nosso bem deve ser infinito, sem nenhum “SE” ou “MAS”, porque a Graça de Deus não depende de algo que você ou eu façamos ou deixamos de fazer.

A Graça de Deus não pode ser retida.

Embora possamos ligar ou desligar a eletricidade, abrir ou fechar a torneira, 
não podemos abrir ou fechar o fluxo de Deus.

DEUS É, e DEUS É AMOR em toda plenitude. 














                           Joel S. Goldsmith




sexta-feira, 2 de setembro de 2016

O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO - PARTE 6 - FINAL - JOEL GOLDSMITH







Esta prática nos faz abandonar a busca pelo bem material. 

Não estamos pensando em termos de melhor corpo físico; antes, estamos “ausentes do corpo, e…presentes com o Senhor”, e toda a nossa atenção se volta em direção à harmonia espiritual, não para um melhor relacionamento humano, não para melhor saúde, não para mais dinheiro, mas para a paz e a harmonia do Meu reino:


“Meu reino impera
aqui – não um bem humano e não um mal humano – 
mas Meu reino, o reino de Deus. 
Se existe algum mal humano aqui, algum pecado, ódio, inveja, ciúme ou malícia, o que é dele? 
Ele não é pessoa nem poder. 
Ele não pode ser manifesto; e, portanto, tem que morrer pela sua própria nulidade. 
Ele é temporal e impessoal; jamais possui uma pessoa em quem ou através de quem possa se manifestar. 
Ele é o “braço de carne”, ou o nada.
O amor divino, não o amor humano, é o único poder operando neste lugar em que Eu estou. 
A sabedoria divina, não a inteligência humana, é o único poder operando em minha vida"..

Assim, mais e mais a nossa atenção vai sendo centralizada no reino de Deus e Sua graça, em vez de na forma e efeito; e então, assim que estivermos ausentes do corpo da forma e do efeito, aquele corpo, a forma e o efeito aparecerão harmoniosamente.














“O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO” - PARTE 5 - JOEL GOLDSMITH






Ao sermos capazes de compreender a natureza do universo espiritual, as formas deste mundo começarão a desaparecer: formas de doença, pecado, falsos desejos, falta e limitação.


Todas elas irão sumir, dando lugar às condições e relacionamentos harmoniosos, que serão manifestados de nosso estado de consciência mais elevado.

Nosso mundo é a exteriorização de nosso estado de consciência; o que semearmos, colheremos.

Se semearmos na carne, colheremos corrupção: pecado, doença, morte, falta e limitação.

Se semearmos no Espírito, colheremos a vida eterna.

A palavra “semear” pode ser interpretada como “ser consciente de”. 

Se estivermos conscientes de que o reino espiritual é o real, enquanto aquele testemunhado pelos cinco sentidos é sem poder, temporal, o “braço de carne”, estaremos semeando no Espírito e colheremos harmonia no corpo, na mente, no bolso e nos relacionamentos humanos.

Se continuarmos a temer o ”homem em cujas narinas há um sopro”, se continuarmos a temer infecção, contágio e epidemias, estamos semeando na carne; por sua vez, se percebermos que todo o poder está no invisível, estaremos semeando no Espírito, e colheremos a harmonia divina.

O Meu reino, o Cristo-reino, é o real, e ele é poder. 

Tudo que nós vemos, ouvimos, provamos, tocamos e cheiramos, o reino temporal, é a ilusão, e não é poder.


O caminho espiritual é o solo de treinamento onde nós adquirimos a convicção de que o mundo temporal está apresentando meramente um quadro de poder temporal, e poder temporal não é poder. 

O Invisível, somente, é poder; o Invisível que constitui o Eu que realmente somos. 

Vamos considerar aquela ideia em relação ao nosso corpo. Porque nosso corpo é visível, não existe poder nele; ele não pode ser saudável ou doente; o poder está no Eu que nós somos.

Se acreditarmos que este corpo tem poder, estaremos dando poder ao universo temporal.

Olhando para o mundo finito e para o corpo finito, poderemos mudar inteiramente a nossa experiência pela conscientização:

Como você é efeito, o poder não está em você;
o poder não está nesse corpo,
e meu corpo não pode responder-me. Eu falo a ele, e lhe asseguro que Eu sou sua vida,
Eu sou sua inteligência,
Eu sou sua substância,
Eu sou sua lei – aquele Eu que Eu Sou –
e então, o corpo tem que obedecer.












quinta-feira, 1 de setembro de 2016

“O MEU REINO NÃO É DESTE MUNDO” - PARTE 4- JOEL GOLDSMITH





Tão logo reconheçamos o mal como um poder temporal, podemos sorrir internamente e perceber o seu significado como não-poder, pois aquilo que não é de Deus não é poder.


Deus nos deu o domínio sobre tudo que existe e, portanto, isto que aparece como poder é temporal. Todo poder é invisível.


Este perigo que é tão aparente e visível não pode ser poder e não pode ser de Deus. E ao sentarmo-nos ao lado de uma pessoa doente, conscientizando: “Eu não dou poder a essa doença, a esse pecado ou falso desejo. Isto é poder temporal, ou seja, não é poder, e eu não acreditarei nele”, iremos notar a sua melhora, e saberemos ter comprovado, mesmo em pequena escala, que o poder temporal não é poder sob qualquer forma.


A vida espiritual não nos leva a vencer o mal, mas ao reconhecimento da natureza do mal: o mal não tem nenhuma direção de Deus; o mal não tem nenhuma lei de Deus para mantê-lo; o mal não tem nenhuma Deus-existência, Deus-objetivo, Deus-vida, Deus-substância ou Deus-lei: ele é temporal, o “braço se carne”, ou o nada.


Enquanto orarmos para que um poder divino vença o mal, estaremos resistindo a ele, mas se estivermos ancorados na verdade, repousamos na realização de que essa coisa que nos encara é uma miragem, não um poder, e que não precisamos temer o que o homem mortal nos possa fazer ou o que ele possa pensar ou ser.


Todo o temor do poder mortal é dissolvido – poder temporal, poder material, leis de infecção ou contágio, calendários ou idade – porque sabemos que nada do reino dos efeitos é poder. 


Todo poder é invisível, e o que está aparecendo a nós como poder é uma imagem mental no pensamento, um quadro, um conceito errado de poder.


O conhecimento dessa verdade nos torna livres; mas, enquanto a estivermos conhecendo, nossos pensamentos e ações devem estar de acordo com a verdade que estamos conhecendo.


Não podemos negar o poder do efeito e logo no minuto seguinte cedermos a ele, ou falando claramente, não podemos negar o poder do efeito e depois odiar ou temer alguém, já que ele é parte daquele efeito.


Se formos incapazes de fazer isso em cem por cento, ou se ocasionalmente falharmos, não devemos ficar desencorajados.


É quase impossível alguém mudar da noite para o dia de um estado de consciência material para um estado de consciência espiritual, ou tornar-se integralmente ou totalmente espiritual após somente um ou dois anos de meditação.


Sejamos agradecidos ao fato de que, após termos posto os pés no caminho espiritual, passamos a viver dessa maneira, atingindo em alguma medida aquela “mente que estava também em Cristo Jesus”, e, nessa mesma medida, embora pequena, demonstrando externamente seus frutos. 


Não estamos na expectativa de atingir a Cristicidade de um único salto, mas de ir atingindo aquela Mente Crística pela dedicação diária a esse tipo de prece e meditação.


Ao visualizarmos o universo temporal, deveremos conscientizar:

“Este mundo não é para ser temido,
odiado ou amado: isto é a ilusão; 
e, exatamente onde está a ilusão,
é o reino de Deus, o Meu reino. 
Meu reino é a realidade. 
Isto que meus olhos veem
e meus ouvidos ouvem é uma contrafação superposta, não existente como um mundo, mas como um conceito,
um conceito de poder temporal.
O Meu reino está intacto;
o Meu reino é o reino de Deus;
o Meu reino é o reino dos filhos de Deus;
e o Meu reino está aqui e agora.
Tudo que existe
como um universo temporal é sem poder.
Não preciso odiá-lo, 
temê-lo ou
condená-lo; 
preciso somente
compreendê-lo".